A morte
Por alguns anos pude conviver com alguém muito especial.
Quando falo de alguém, posso dizer GENTE.
Essa pessoinha chamada TEDDY. Meu neto de coração e que era parte da familia.
Família unida que podemos contar nas horas mais difíceis.
TEDDY, TEDDY, TEDDY, TEDDY...
Você foi nosso segundo TEDDY e tal como o primeiro era fabuloso, charmoso, amigo, companheiro e amoroso. O cachorro mais bonito que já conheci dessa raça.
TEDDY já veio marcado com um coração nas costas. Um coração que traduzia sua índole amável. Amável de amar.
Amável de amor.
Sinto, sinto muito mesmo a sua ida.
Existe amor incondicional e com você foi assim. AMOR incondicional, sem nada em troca somente o amor e o cuidado. Você cuidou de mim, você cuidou de nós. E nós te amamos. Amamos muito.
Sinto chegar em casa e não poder mais te ver. Nunca mais vou te encontrar no portão me dando boas vindas, me abraçando e lambendo pra dizer que ainda sou bem vinda a nossa casa.
Saudade.
Muita saudade.
Muita dor por sua falta.
Já teve vários momentos que quis te trazer comigo para fazeres companhia pra mim nesse mundo de águas.
E agora?
Você não virá mais.
Você não virá mais, nunca mais!
Te amei muito, te amo muito e nunca vou te esquecer. Nunca vou te esquecer! Nunca vou te esquecer!
Vou sentir sua falta ao lado da minha cama.
Vou sentir sua falta no meu colo.
Vou sentir sua falta.
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